Luiz Eduardo Costa
Luiz Eduardo Costa | Jornalista
DISSE O HITLER QUE FALA INGLÊS: “UMA CIVILIZAÇÃO PODE ACABAR ESTA NOITE”
07/04/2026
DISSE O HITLER QUE FALA INGLÊS: “UMA CIVILIZAÇÃO PODE ACABAR ESTA NOITE”

 

DISSE O HITLER QUE FALA INGLÊS: “UMA CIVILIZAÇÃO PODE ACABAR ESTA NOITE”

O Hitler que fala inglês pode destruir duas civilizações: a iraniana e a sua própria, dos Estados Unidos.

 

 O Hitler falando inglês , que o povo americano para desgraça sua e da humanidade  colocou na Casa Branca,   ameaçou “ acabar para sempre uma civilização inteira”.  O Irã,  que ele promete acabar esta noite, sete de abril de 2026; é a civilização que ele quer fazer desaparecer por completo. Esta civilização, há mais de três mil anos vem sendo construída. Ao longo dessa vastidão de tempo, ergueu cidades, onde foram erigidos templos e escolas, também hospitais e bibliotecas, drenou pântanos, canalizou rios, e dela nasceram religiões, o Zorastrismo  a mais importante; também voltou-se para o céu, lançou as bases da Astronomia,  transitou pelas matemáticas e a filosofia. Passou a chamar-se Império Persa, o maior que a humanidade conheceu. Dos fundos da Ásia se foi expandindo, abarcou uma parte da Europa, aproximou-se da China, ocupou o estuário fértil do Nilo e fez nascer a Rota da Seda, aquele caminho de comércio e prosperidade, que atravessou a Ásia, e chegou ao Mediterrâneo.  Numa das suas guerras chegou à poderosa Roma, e fez prisioneiro um seu imperador, Valeriano.

Esta civilização que atravessou várias guerras, tantas vezes venceu, noutras vezes foi derrotada. Mas na vitória foi sábia, para não dizer magnânima, coisa que na época seria incompreensível. Buscou, em cada região conquistada o que mais sensibilizava ao  seu povo, como  a religião por exemplo, e permitia que eles a praticassem. Vencedora, diante  das vastidões de terras conquistadas, criou as Satrapias, chegaram a quase 40, e nelas eram colocados administradores, ou Vice-Reis. Garantiam a autonomia local, dividindo a governança com gente da própria terra, cobravam seus impostos,  completavam seus  exércitos, e assim juntavam “ duas civilizações “ nos mesmos combates.

Nas derrotas, soube apreender  o que de melhor havia nos vencedores. Quando depuseram as armas diante do conquistador Alexandre o Grande, viram a oportunidade para absorver a cultura grega, e seus sábios e sacerdotes foram dialogar com a Academia de Atenas.                                                                                                                                                  

No que resta do imenso Império Persa, que é hoje o Irã, estão bem guardados monumentos da Humanidade. O Hitler que fala inglês, é um ser humano destituído de quaisquer vestígio de humanismo, é tosco, arrogante, ególatra e muito provavelmente  afetado pelo “ brain rot”, uma patologia que desconstrói  o sistema cognitivo.

Caso, em consequência dessa anomalia  o Hitler que fala inglês venha a tentar riscar do mapa uma civilização, devastando o Irã com uso de armas nucleares para completar o “ serviço” em uma noite, (esta noite de sete de abril de 2026     ) ele estará mais ainda destruindo uma outra civilização: a do seu país, os Estados Unidos da América.

Terá feito  lixo daquela civilização que alcançou a glória do conhecimento, acumulando prêmios Nobel, que, justamente agora, traz de retorno à terra os astronautas que circundaram a lua invadindo a  “ intimidade lunar” que era a sua parte escura; uma civilização que moveu-se para ajudar a exterminar o nazi-fascismo, com heroísmo e consciência; uma civilização que soube conviver com a diversidade, que formou-se convivendo com outras “ civilizações”; que produziu uma grande literatura, uma música que encanta o mundo ( bastaria a Rapsody in Blue) que inventou o Rock , o Jazz , o Blue, e colocou uma geração a dançar, a cantar , a contestar, a viver e celebrar a liberdade; que ouviu Frank Sinatra cantar My Way,   Johnny Cash cantar celebrando a liberdade para uma plateia de detentos ,  que ajudou a  desenferrujar as cabeças do mundo com o Woodstock , e conseguiu acabar uma guerra estúpida, ( aliás como são todas)  no caso, a do Vietnam; uma civilização que inventou Mickey Mouse e o Pato Donald;       enfim, uma civilização que tanto fez pela humanidade, esta civilização estará extinta, quando  as últimas crianças iranianas forem despedaçadas pelas últimas bombas de um criminoso, um cérebro desajustado, um carniceiro que deixará a Casa Branca eternamente emporcalhada pela sua presença. O Hitler que fala inglês, o inimigo da civilização Donald Trump.

Para aonde caminha o que restará da humanidade, ou a civilização?                                                                                                                                                                                                        

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UMA PREVIDENCIA  CORRENDO O RISCO DE JOGAR NA BOLSA

Depois do banco Master todo fundo de investimento ficou sob suspeita.

 

De um sistema de previdência, o  que se pode esperar é segurança, previsibilidade e transparência. É na previdência que esperam e confiam todos os trabalhadores poder, no futuro, desfrutar de uma aposentadoria tranquila.

O escândalo, ou a roubalheira astronômica ocorrida com o banco Master, gestor de “  fundos sem fundos”, que invadiram os contra-cheques de aposentados e roubaram escancaradamente, tendo a cumplicidade ladrões, tais como Cláudio Castro, o ex- governador do Rio de Janeiro, e o seu homônimo  de Brasília Ibanez Rocha, ente outros, devastou a credibilidade na Previdência estatal, no caso o INSS,  e teriam posto em risco o sistema, caso o governo federal não cobrisse com rapidez os valores roubados de cada aposentado. Foram milhões.

O caso, a enorme anomalia, deixou todo mundo com a “ orelha em pé”, em relação à fundos e aposentadorias que possam depender deles.

Justamente neste momento delicado, resolveu o governador Mitidieri mandar à Assembleia Legislativa, um projeto criando nova espécie de fundo de aposentadoria para os futuros servidores públicos de Sergipe. Os atuais continuarão imexíveis, e diga-se de passagem, o sistema previdenciário do IPES funciona muito bem, tendo a geri -lo o competente e criterioso técnico José Roberto.

A Assembleia aprovou, com inédita rapidez, um projeto que envolve complexidades, e sobretudo, vai mexer com as vidas de todos os próximos servidores  do estado de Sergipe.

O governador pode ter suas razões, seus argumentos fortes, mas, pode ter errado em limitar o debate, (que aliás não aconteceu,) ao plenário da Assembleia. Houve um quase estranho consenso, porque apenas dois deputados se manifestaram contra, e isso, ao invés de pacificar o assunto, o que faz é alimentar mais suspeitas.

O novo sistema, dizem os especialistas, colocará em risco os próximos aposentados, que dependerão dos resultados positivos de recursos aplicados em fundos de investimentos. Isso é feito com os descontos em folha feitos ao longo da vida, e seria normal.

A dúvida, ficou exatamente porque tudo ocorreu em silencio, tanto da parte do Executivo quanto do Legislativo, que preferiram “ o escurinho do cinema “, ao invés da transparência.

Enquanto não houver a certeza de que o Estado de Sergipe será garantidor do Fundo, com normas bem claras de gestão, e mais ainda a responsabilidade em cobrir eventuais prejuízos, o novo fundo continuará sendo objeto de uma polemica que, sem dúvidas, vai movimentar a acirrada campanha   nos próximos meses.

Aposentado quer descanso, sossego completo, confiança plena no sistema previdenciário, jamais correrem os mesmos riscos dos que aplicam  na Bolsa. Estes, são os bilionários que  investem ali e aqui, e ali perdem, e aqui, ganham fortunas.

Aposentado não é apostador na sorte, jogador na esperança. É apenas aposentado que conquistou um direito , e quer vê-lo intocável e garantido.

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