Luiz Eduardo Costa
Luiz Eduardo Costa | Jornalista
O CAMELO PASSANDO NO FUNDO DA AGULHA
15/01/2026
O CAMELO PASSANDO NO FUNDO DA AGULHA

NESTE BLOG

Retornando após uma quase alongada ausência 

 

RÁPIDAS

 

-  OS ESPINHOS NA GARGANTA

A inauguração da Adutora Bonsucesso- Poço Redondo, importante obra hídrica, e primeira de um projeto ousado de água para o sertão foi adiada sine die. No  primeiro teste, ao ser ligado o sistema de bombas os canos solta ram-se, a agua jorrou enxarcando a terra e voltando ao Velho Chico.

Foi  um vexame.

O governador Mitidieri está com dois espinhos atravessados na garganta.

 Um , se chama DESO, o outro Iguá.

- OTAN CONTRA OTAN

 Alemanha, França, Suécia e Dinamarca, países da OTAN, estão enviando tropas para a Groenlandia  ,  depois das ameaças de invasão feitas por Trump, presidente do país que criou a OTAN, e é o seu mais poderoso  integrante.

Com Trump o mundo se torna surreal.

Só falta ele declarar guerra ao Principado de Mônaco.

-DIAS TOFOLI, O CUIDADOSO

        “Cuidadoso” ao extremo , o ministro Dias Tofoli queria que  os bens  da quadrilha do banco Master, apreendidos pela Policia Federal , coisa de alguns bilhões, inclusive armas, dólares, carros de alto luxo, relógios e joias, celulares e computadores, fossem guardados nas dependências do Supremo Tribunal Federal. Pela primeira vez no mundo uma Suprema Corte se tornaria fiel depositária. Haja cuidados......

-BELIVALDO E OS BOATOS

Dividindo-se entre Simão Dias e Aracaju, na sequencia de um tratamento oncológico, já com excelentes resultados, o ex-governador  Belivaldo Chagas pouco ou nenhum tempo tem para a política. Mas, se espanta quando alguns dão crédito à  informações sobre reuniões políticas  que nunca aconteceram com a sua presença.

-QUEM AVISA “AMIGO” É

Sempre discreto, pouco falante, o delegado João Elói Secretário de Segurança Pública andou circulando pelas redes sociais “desconvidando” bandidos a virem para Sergipe. De fato, por aqui, tanto bandidos locais como os que chegam têm sido  desativados. Pelo interior nem se fala mais em ladrão de gado, ou mesmo de galinha e jegue.  Acertou o governador Mitidieri quando manteve João Elói à frente da Segurança, fazendo a escolha dos seus comandados na Civil, e dos comandos na PM.

Assim, existe sintonia operacional.

- “GANHA, MAS NÃO POR WO”

Numa mesa de bar da Orla conversavam alguns políticos. Concordavam, quase todos, que o governador Mitidieri tem tudo para ser reeleito. Mas não seria por WO.

Haverá oposição, e será forte. Segundo eles, já estaria consolidada a candidatura do ex-senador e médico Eduardo Amorim, numa frente integrada pelo prefeito de Itabaiana Valmir de Francisquinho, a Prefeita de Aracaju Emília Correia,  e mais dois deputados federais e prefeitos que apenas estariam aguardando o melhor momento.

A   conferir....

 

O CAMELO PASSANDO NO FUNDO DA AGULHA

O Ministro Dias Toffoli, tentando levar o camelo a passar pelo fundo da agulha.

 

O evangelista Matheus,  foi uma espécie de repórter que, afanosamente  anotava  os fatos, sobretudo as falas do Mestre.  Na ausência de telégrafo ou internet, também de jornais, ele os guardava, na esperança de que, no futuro, seus incunábulos servissem para que  tornassem conhecidos os passos e   palavras do nazareno chamado Jesus.

  Esses escritos dos sacerdotes da fé cristã que surgia, ao longo e mil anos se transformaram na versão duradora da Bíblia, primeiro livro impresso por Guttenberg, pondo em prova a impressora, uma das invenções que mais fizeram avançar a civilização.

No Evangelho Segundo Mateus, capítulo 19 está   a frase que ele ouvira de Jesus aos seus Apóstolos: “ Em verdade vos digo: É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.

Dois mil anos antes do gravador, tudo dependeria da memória e também da boa audição. Jesus falava em aramaico.  Dizem, os linguistas que estudaram aquela linguagem já extinta, que camelo e corda, eram palavras homófonas.

 Mas, sendo camelo ou corda o castigo aos ricos permaneceria.

Se  hoje  retornasse o Messias, e transitasse pelo   mundo,   menos a “Galileia,” agora, e para sempre conflagrada, Ele talvez direcionasse para outro rumo a sua indignação. Para começar , entenderia que multiplicar os ricos é uma boa fórmula de reduzir a desigualdade, desde que haja mecanismos para, ao mesmo tempo, reduzir ou mesmo eliminar a pobreza.

Jesus se distanciaria dos “ ismos” e seria um tranquilo social-democrata.

Mais de dois mil anos transcorridos, no Brasil, o anátema contra os bilionários  volta a ser o grito  sufocado na garganta.

Vorcaro continua solto. Ele é um bandido que não mora nos morros, transita pelo mundo nos seus jatinhos de ultima geração. Se juntarem todos os bandidos ,todas as facções que dominam áreas no Rio, em São Paulo, eles estariam ainda distantes  da sinistra proeza de Vocaro. Com seu banco Master, ele lesou  alguns milhões de pessoas, deixou um rombo de mais de 40 bilhões .  Já se sabe nas costas de quem vai cair.

Mas Vorcaro tem amizades poderosas. Ele não  as cultiva,  ele “ irriga” amizades. Daí a sua intocabilidade.

Se ele chegar a ser preso e permanecer na cadeia, tenham certeza que um camelo ou uma corda passou por dentro do buraco da agulha.

E quando se tem um Dias Tofoli entre suas “ cultivadas “ amizades, Vacaro já pode pensar nas indenizações que receberá por terem ,“intempestivamente ,“  cassado o seu bem comportado banco.

 

LEIA MAIS

 



INIMIGOS DO NATAL E SUAS LUZES APAGADAS

Só os bancos, talvez até os mais endinheirados, ficam fora do Natal iluminado

 

O Chamado “Natal de Luz” distancia-se, à cada ano,  Daquele que veio para “iluminar o mundo”, e se transforma numa competição para atrair turistas, disputa política entre os Prefeitos que chegam,  querendo superar os antecessores.  Para muitos, o Natal é,  também, a “abençoada” oportunidade de receberem  a sua “iluminaçãozinha” de praxe.

 

Iluminar  cidades quando chegam os dezembros, é um hábito que nos últimos quarenta anos se vem espalhando por todo o país. Antes, era coisa de Nova Iorque, de Paris, de São Paulo do Rio de Janeiro, agora, até  povoados perdidos no fundo da floresta amazônica também acendem suas luzinhas coloridas.

Se o “Menino” voltasse, e desse um passar de olhos em torno da  manjedoura, ofuscado pelas luzes feéricas,  enxergaria, também, o clarão dos canhões incendiando pelo mundo afora os restos da razão. Ele,  criança, ficaria horrorizado.  Então,   precocemente, empunharia o chicote para açoitar os “ vendilhões do templo.”

Aracaju, não fugiu à regra. Entrou na competição pelas luzes, o povo gostou, os turistas admiraram. E vieram em   grande quantidade.

A Orla da Atalaia, o Parque Augusto Franco, a Praça Fausto Cardoso, dominam a cena. Antes, o Natal resumia-se à Praça Olímpio Campos. Em torno da Catedral, as luzes fracas, habituais, nem chegavam a dissipar as sombras. A “passarela do namoro,” desde a frente da Catedral até o fim do parque, era iluminada, embora precariamente. Em ambos os lados as famílias tradicionais, católicas, instalavam bancos largos , e neles inscreviam seus nomes.  Sentados, ficavam a assistir o desfilar da juventude dourada, desde o início até o fim da “ Feirinha de Natal. Ou, na alongada noite, bem acomodados a esperar pela Missa do Galo.

Ao lado direito da Catedral ficavam os brinquedos, roda – gigante Carrossel do seu Tobias, sombrinhas, barcos; o lazer e inocência alegre das crianças, do outro lado, quando a noite chegava, era a boemia, bares em profusão, “ mulheres da vida”, autoridades, togadas, fardadas, ou engravatadas,   todos, debruçados sobre o pano verde das disputadas mesas da roleta, os jogos de azar, rigorosamente proibidos pelas leis do país. E alvos, sempre, das reprimendas inúteis do Bispo.

Não havia luzes no centro, muito menos nas periferias, mas, bem junto ao comércio, um outro tipo de “negócio,” aliás sempre próspero, acendia mais algumas luzinhas além daquela vermelha, na entrada, sinalizando os “serviços prestados pelo  estabelecimento” Eram os sempre animados comércios do sexo de Tefinha e Tonho do Mira, o Shangai e o Mira Mar.  Um detalhe: na Semana Santa as “ casas de saliência “ fechavam as portas, e apagavam a luz vermelha. Só reacendida após a Aleluia.

Depois desse Natal a prefeita Emília e os parceiros da Associação Comercial, podem bater no peito e dizerem que foram além daqueles últimos Natais, tão intensamente iluminados, desde Marcelo Déda até Edvaldo Nogueira.

 Por sua vez, o governador Mitidieri entrou de sola, e “ pintou o sete”,  mais uma vez. Assim, tornou-se quase uma unanimidade nos elogios recebidos pelas luzes, a diversidade dos eventos,   e o recorde de turistas circulando pela Orla, lotando os hotéis.

“Pobre gosta é de luxo,” já dizia Joãozinho Trinta, que tão bem juntava as cores e as luzes, e deslumbrava na Avenida. Essa constatação do inventivo carnavalesco e psicólogo das massas    explica porque, mães, pais, carregados de filhos, saiam das suas casas na periferia, onde até a luz   faltava nos postes,  pisando na lama, enfrentando a poeira,  essa coisa horrível  que são, até hoje os ônibus de Aracaju, e iam transitar, deslumbrados, entre as luzes da Orla, da Praça Fausto Cardoso, do Parque Augusto Franco ( Sementeira). Depois,  voltando alegres e felizes por terem visto as luzes do Natal.

Os shoppings iluminam-se, o mesmo fazem hotéis, lojas, até hospitais, edifícios,  casas. Neste Natal  os  prédios da Justiça sergipana também exibiam as suas luzes, com um toque de bom gosto,  recomendado, sem dúvida, pela presidente do Judiciário desembargadora Iolanda Guimarães.  O Poder Judiciário juntou-se aos outros poderes, à Assembleia , e  ao Palácio Museu,todos rebrilhantes.

Mas, notou-se  mais uma vez a  aquela  resiliente  ausência: as agências bancárias permaneceram às escuras, o que pode ser uma demonstração de pouco caso a uma cidade, aos seus habitantes, escorchados pelas taxas, e juros exorbitantes, daquele, que é o setor mais lucrativo da economia.

Desse comportamento descuidado não ficam livres nem os estatais, que até poderiam dar exemplo para embelezar aquilo que se convencionou chamar “ clima ou espírito natalino”

 

LEIA MAIS

 

JULIANO E  DOCE MEL DE URUÇU

O mel do uruçu, uma gentileza que poderá tornar-se um bem sucedido negócio.

 

Juliano Cezar, líder do Grupo  Fasouto, não é daqueles empresários que se limitam a entesourar seus cofres. Tendo herdado do pai, o afável e solícito Raimundo Juliano aquela capacidade rara de fazer negócio e valorizar pessoas, ele é, também, um arguto analista da macroeconomia,  dos sacolejos da politica e da sociedade. Preparou-se para isso nos cursos que fez,no habito permanente de ler, e atualizar-se com o mundo.

Sensato, não se deixa levar por transitórias paixões, ou desacertos institucionais. Escreve, divulga seus textos e transmite conhecimento e equilíbrio.

Num singelo brinde que agora distribui com amigos, uma garrafinha de Mel , ele junta  folheto onde sintetiza suas preocupações e ações ambientais.

 Quem sabe, em pouco tempo, Juliano Cezar estará exportando o  especial mel, aquele, que na sua música referindo-se à sedutora Morena Tropicana, diz Alceu Valença: “ Saliva doce, doce mel de uruçú “.

 

LEIA MAIS

 

UMA POSSE NA ASL E A SIMBOLOGIA

Zé Rolemberg Leite, mais um cérebro fervilhante na academia.

 

O advogado Jose Rolemberg Leite Neto toma posse nessa quinta-feira, 15, na Academia Sergipana de Letras. Segundo o presidente da ASL, Jose Anderson do Nascimento, houve um fato inusitado na eleição do novo acadêmico: ele recebeu todos os votos possíveis. Isto é : dos acadêmicos votantes.

Não bastasse o fato de ser um advogado de renome nacional, José Leite é uma inteligência em permanente ebulição. Por isso, além das letras jurídicas percorre os variados campos do conhecimento.  como dizia o professor e magistrado Luiz Jose Pereira de Melo, trata-se de uma cultura polifacetada.

Costuma-se dizer que, nas Academias, ressonam os eruditos, tendo as vestes talares a agasalha-los.

Mas não é bem assim, a imortalidade não adormece a ânsia de conhecer e partilhar.

O acadêmico Jorge Carvalho, por exemplo, dedica-se a um trabalho notável de registrar a História através de entrevistas com pessoas que exercem variadas atividades, e têm muito a contar . Já anda se aproximando das duzentas. Isso, além de escrever livros, artigos e ensaios com frequência. E nunca se afasta do debate sobre Educação, ainda que aposentado como professor da UFS.

Jose Leite “padece” dessa mesma inquietação criativa.

É um poliglota, transita bem pelo alemão,  o inglês, o francês. Assim, mesmo hoje, quando existe um dilúvio de informação facilmente alcançada, o fato de ir a um autor na língua em que ele escreve, principalmente em se tratando de literatura, arte, poesia, política, faz uma singular diferença. Sem demérito aos tradutores.

Jose Leite publicou recentemente o livro Urnas e Leis. Alí o pensador se revela.

A solenidade de posse no Museu da Gente Sergipana

 transcorrerá num cenário de reminiscências.

José Rolemberg Leite escolheu Gilton Garcia para lhe fazer a saudação de praxe. O que tem isso a ver com o passado a dar as tintas do presente ?

O acadêmico que ingressa é neto do     ex-governador Jose Rolemberg Leite. Gilton Garcia é filho do governador Luiz Garcia, e é também ex-governador do Amapá.

No passado, que já vai distante, 1946, primeira eleição após a queda da ditadura do Estado Novo getulista, disputaram o governo do estado Jose Rolemberg Leite e Luiz Garcia, que perdeu a eleição. Seria eleito depois, em 1958, “ dando o troco” a José Leite, outra vez seu adversário nas urnas.

Passa o tempo, vem a outra ditadura, e nela Jose Rolemberg  Leite foi eleito indiretamente governador.

Afrontado por uma súcia de falsos jornalistas que faziam a chantagem típica da imprensa marrom, ele,  recusando-se a fazer o que lhe sugeriam: (mandar aplicar uma boa surra nos chantagistas ) fez o correto, e convidou Gilton a ser seu advogado. Um detalhe: Gilton, na época,   estava com seus direitos políticos cassados, tendo sido arbitrariamente preso quando ocupava a presidência da Assembleia Legislativa em 1968, após o sumiço da política trocada pelas baionetas. Voltou ao  escritório de advocacia, e  se reconstruía como cidadão, já ocupando a presidência da OAB. Venceu a causa, não apresentou a conta, porque não havia monetização, era o reparo pela honra ferida de um homem público respeitado e íntegro. Nasceu dai uma amizade  que perdurou até a morte de Jose Leite, e reapareceu ,depois, na pessoa do neto.

A vida continuou, e os dois , filho e neto de políticos que antes se enfrentaram sem perder a elegância e civilidade, se reencontram, agora, envergando a toga de Acadêmicos.

 

LEIA MAIS

 

 

 

AOS 94 O ESCRITOR SE TORNA MODELO

Na mensagem do Banese dois "jovens" contemplando o futuro.

 

As agencias de publicidade, habitualmente, procuravam gente jovem, irradiando jovialidade, até sex-appeal . O preconceito dominava, e raramente surgia gente que fosse negra, embora não sejamos, definitivamente, um país de brancos.

Um concurso de robustez infantil, nos anos 50 e 60, quando uma enorme parcela de crianças morria de inanição, foi lançado pela Johnson, empresa que fabricava  fraldas, talcos, sabonetes, tudo para crianças.

Era o Bebê – Johnson. Curiosamente, só crianças machos concorriam, e o requisito principal: teriam de ser brancas, muito brancas, peles nórdicas, penugem de cabelos loiros, olhos azuis.

Um bebê sergipano chegou a ser vencedor. Era filho do casal Hildete- Clovis Teixeira. O bebê Rodrigo Teixeira, cresceu, tornou-se médico pediatra, e, sem preconceitos, e muita competência e carinho atendia a ricos e pobres, a pretos, mulatos e brancos.

As agencias também recusavam pessoas gordas, e que não fossem de “ boa aparência “.

 Em Aracaju, a Rei dos Colchões,  do empresário Jose Laelson Fraga, rompeu todas as barreiras, todos os preconceitos, todas os padrões estabelecidos, e escolheu uma moça, não exatamente incluída nos padrões usuais, para ser a  sua única e longeva modelo televisiva .   Hoje, conserva-se obesa, e não esconde cabelos brancos nem rugas. Ela, que já foi também atriz de teatro, continua despertando atenção, fazendo sucesso, e tornou-se a marca registrada  das lojas Rei dos Colchões, ainda exibindo a mesma moça, refestelada com graça, e bom humor sobre os seus colchões, sofás e camas-box.

O marketing do BANESE resolveu, nesta passagem e inicio de ano, fazer uma campanha inovadora. Seria a quebra de padrões, uma ruptura com o usual. A diretoria aprovou.

Murilo Melins, escritor, historiador, fiscal de rendas aposentado da Prefeitura de Aracaju, imortal da Academia Sergipana de letras, conhece mais do que ninguém a história de Aracaju, desde meados do século passado. Não apenas aqueles  aspectos sisudos, ligados ao oficialismo, ou a  forma tradicional de narrar como passa o tempo , e o que fazem figuras preeminentes. Murillo, nos seus livros, conta a vida do povo, vai ao popular.   Hábitos, manhas, manias , sofrências,  alegrias; percorre o grotesco, chega à vida pulsante dos bairros populares, à boemia, aos lupanares.

Atravessando  os noventa, ele não imaginaria receber o surpreendente convite: “ O senhor topa ser a figura principal da nossa campanha de Natal e Ano Novo?  Ou seja, o  senhor gostaria de ser nosso garoto propaganda?

Murilo não hesitou, sua alma de garoto falou mais alto.

E eis que Murilo está na televisão,  nos out - doors,  em toda a iconografia do BANESE, o resiliente, que os sergipanos adotaram, e Albano Franco no governo, arriscou-se, impedindo que  fosse privatizado.

Murilo Mellins  foi um dos primeiros a abrirem conta,  isso em 1963, ao ser inaugurado pelo governador Seixas Dória o banco estadual criado pelo seu antecessor, o governador Luiz Garcia; chamava-se, então, Banco de Fomento do Estado de Sergipe.

Então, Murilo Mellins é mesmo um ícone do BANESE.

Voltar