Caso o Supremo Tribunal Federal venha a autorizar a soltura do mega-gatuno Vorcaro, o presidente Lula, se quiser manter ainda a dignidade desta República ultrajada, poderia convocar uma cadeia de televisão e dizer aos brasileiros: “O Supremo Tribunal Federal determinou hoje a soltura do senhor Vorcaro. A ordem será cumprida pela Polícia Federal, que abrirá as portas da cadeia para um meliante que desmoraliza as instituições.
Ao mesmo tempo, eu estarei assinando uma anistia ampla, geral e irrestrita para todos os condenados pelos episódios do 8 de Janeiro.
Um país onde a Suprema Corte não consegue manter preso um notório criminoso, perde a autoridade para manter na cadeia generais e um ex-presidente da República, ou um brasileiro humilde, que tenha, eventualmente, cometido um crime.
Boa noite brasileiras e brasileiros”
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O NOME PRISCILA OCUPA O ESPAÇO VIVO DA POLÍTICA

Priscila, um nome em destaque e um convite a responder.
A Advogada Priscila Chagas Felizola, desde esse domingo, 8, Dia da Mulher, passou a constar intensamente nos debates e noticiários políticos em emissoras de rádio e redes sociais. E todos referiam-se a ela com um entusiasmo incomum, o que é raro, quando se faz alusões a atores da deteriorada cena pública. E assim, Priscila, que nunca exerceu mandatos eletivos, tornava-se uma possível candidata a constar na chapa de Valmir de Francisquinho.
Ele afastou-se da Prefeitura de Itabaiana para fazer um périplo pelo estado, que equivale , agora, a um teste de popularidade. Por onde passa vai recebendo cumprimentos efusivos, pela escolha que já teria sido feita. E ele responde com alegre descontração: “Só depende dela”. Priscila é filha do ex-governador Belivaldo Chagas e esposa do Conselheiro do Tribunal de Contas José Carlos Felizola. Belivaldo deixou o governo muito bem avaliado. Equilibrou as finanças, devolveu a Sergipe a capacidade de endividamento, e poucos, como ele, fizeram tanto pelo magistério e os policiais.
Felizola, no governo do sogro, ocupou a Casa Civil, e tornou-se um elo de entendimento político, e atenção aos pleitos da sociedade.
Mas, não é exatamente por isso, por ser filha e esposa, que Priscila poderá chegar, agora, a ocupar a mais importante chapa majoritária.
Quem esteve visitando o SEALBA SHOW, aquela mostra da pujança do Agronegócio, que se realiza anualmente em Itabaiana, juntando Sergipe, Alagoas e Bahia, e teve a oportunidade de visitar o Espaço SEBRAE, saiu convicto de que Priscila, por méritos próprios, estava conquistando um espaço de admiração pela sua capacidade de administrar um setor do sistema S, que, sendo bem gerido, multiplica os pequenos negócios, leva aos municípios a transformação que se faz pelo empreendedorismo, e, aos poucos, vai tornando desnecessária o Bolsa Família. Os prefeitos com visão desenvolvimentista, encontraram no SEBRAE e na presteza de Priscila o apoio necessário para os seus projetos.
Dessa aceitação popular e empatia que Priscila demonstrou ser capaz de construir, surgiu o convite que o inteligente e popular Francisquinho já fez, exatamente a quem possui uma boa imagem pública, e capacidade de somar votos.
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EMILIA GANHA ESPAÇO E DESCARTA O ESTORVO

Ao nosso extremista criolo, só lhe falta o bigodinho. Dele livrou-se Emilia.
Nos anos setenta, naquele período em que o general Figueiredo governava o país, e dizia que a abertura do regime seria feita, e para quem tentasse impedir, anunciava: “Eu prendo e arrebento”. Ele tinha dois irmãos generais como ele, de 4 estrelas, e um outro, um intelectual, liberal-democrata, o escritor Guilherme Figueiredo. Reitor da UERJ, ele gostava de Sergipe ,tinha influencia na FUNARTE, onde colocara uma amiga, escritora de fascinante inteligência, Irene Rodrigo Otávio Moutinho. Vinham juntos aos festivais de Laranjeiras e São Cristovão.E ajudavam para que fossem realizados os dois eventos culturais. Guilherme, um excelente causer, enquanto desfilava sua simpatia e erudição, virava cálices de pinga e copos de cerveja Brahma casco preto, como tira-gosto. E Irene o acompanhava. Além de teatrólogo, autor de A Raposa e as Uvas , uma peça primorosa, Guilherme escreveu um livro que rapidamente esgotou nas livrarias. Chamava-se Tratado Geral dos Chatos. Nele , definia o que era um chato, e dava alguns exemplos de pessoas até famosas, usando a expressão criada por Nelson Rodrigues: “ Chato de Galochas”. ( galocha era um sapato de borracha que se colocava envolvendo o comum, para andar em ruas alagadas quando chovia) A coisa era um tanto grotesca, uma chatice.
Entre os chatos políticos brasileiros, Guilherme deu destaque especial a um deles: o patético canastrão fascista Plinio Salgado, a quem chamou de “ piloto de prova de supositórios.”
Um político sergipano que conhece bem o deputado Rodrigo Valadares, e com ele tolera conversar, deu boas risadas enquanto lia o Tratado de Guilherme Figueiredo, e garante que Rodrigo nele poderia constar, ao lado do intragável Plinio, o criador do fascismo nacional.
O rebanho dos Galinhas Verdes.
Assim, ao descartar o caricato bolsonarista Rodrigo, Emília, a Prefeita de Aracaju, faz um bom arejamento na Prefeitura, desanuvia o clima pesado, e livra-se da convivência sem graça com “ um chato de galochas”, ou “ piloto de provas de supositório”.
Emilia gosta de rir com espontaneidade, e não enxerga a vida, a participação política, como um insuportável e chato torneio de insultos. Ou comédia pastel de troca de galochadas.
O MUNDO EM PÂNICO E O BRASIL TRANQUILO

O mundo vai pegando fogo, e Trump em uma "sinuca de bico".
A União Europeia, que abrange potencias como a França, Alemanha, Itália, padece de insanável fragilidade.
Para mover-se depende entre 70 e 80% da importação de óleo e gás.
Com essa guerra de Trump , e os drones e misseis iranianos atingindo o coração da indústria petroleira na Arábia Saudita e Emirados, a dependência da Rússia aumenta, e é a Rússia que desafia a Europa avançando sobre a Ucrânia. E é a Rússia que ameaça justamente a Europa, quem mais lucra com a insanidade de Trump.
Mas, enquanto parte importante do mundo se desespera, o Brasil, se deixarem, permanecerá tranquilo. É autossuficiente em petróleo, e pode, com algum esforço exportar mais . Cabe lembrar que foi Lula no seu primeiro mandato, que deu força para que a PETROBRAS insistisse nas buscas pelo petróleo em aguas profundas na bacia de Campos, no Rio de Janeiro.
Mas isso hoje, diante do neoimperialismo americano representa um perigo. Poderemos nos transformar na próxima vítima da sua máquina de guerra, ou, sendo definitivamente transformado num protetorado dos Yankees. Basta que Flávio Bolsonaro seja eleito.
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UM SERGIPANO CHEGA A GENERAL DE 4 ESTRELAS

O pai o Coronel Lourival, no dia em que o hoje General de 4 estrelas, recebia o seu espadim de cadete
São poucos os sergipanos que chegaram a general de 4 estrelas, no Exército; Almirante de Mar e Guerra na Marinha; Tenente- Brigadeiro na Aeronáutica.
O coronel reformado do Exército Joseluci Prudente, oficial exemplar, ex-comandante da Polícia Militar de Sergipe, por ele modernizada, lembra que o ultimo oficial general sergipano foi José Nelito de Carvalho Siqueira, um maruinense, há mais de dez anos reformado. Ele teve uma trajetória brilhante, e é nome com elevado respeito na Força.
Agora, no próximo dia primeiro de abril, no Clube do Exército em Brasília estará recebendo a quarta estrela o general de brigada Álcio Alves Almeida e Costa.
Sergipano, ele seguiu as pegadas de honra e zelo à Farda que teve o seu pai, o sempre lembrado coronel Lourival Costafilho. Quando Álcio servia como adido militar em Jacarta, recebeu a notícia da morte do pai. Ele desejava muito viver, para assistir a entrega da quarta estrela de General de Exército ao filho que adorava.
Um grupo de sergipanos, amigos e familiares irá a posse , entre eles o comandante de linha aérea internacional André Cabral, que é um dos maiores estudiosos da trajetória da FEB na Itália, e primo de Álcio.
Na solenidade de posse, que terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, só mais um oficial, Ricardo José Nigri, também receberá a quarta estrela.
Mas há uma outra noticia auspiciosa. Pela primeira vez uma mulher estará chegando ao primeiro andar do generalato. Será a coronel Cláudia Lima Gusmão Cacho, promovida a General de Brigada.
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MINISTROS DERRAPARAM E DESMORALIZAM O SUPREMO

Toffoli e Moraes, ajudariam muito o país se pedissem suas aposentadorias.
“Generais “ cobertos de glórias podem ter o seu dia de Waterloo.
Derrotados, podem sair merecendo a honra. Não foram covardes, ou, o que seria pior, cooptados pelo inimigo.
Mas, perdendo a guerra e a própria honra, alguns recorrem ao gesto extremo, outros, preferem dar explicações a si mesmos.
Há, o caso emblemático do marechal Pétain, vencedor das batalhas que afastaram do solo francês os exércitos alemães, na Primeira Grande Guerra ( 1914 – 1918). Na Segunda Grande Guerra (setembro de 1932 a maio de 1945) o marechal, supremo comandante das forças francesas, deixou o caminho aberto às tropas de Hitler. Fez pior: Sendo fascista convicto, tornou-se aliado de Hitler, que o fez presidente do que restava da França, dividida, humilhada, reduzida à República de Vichy. Na condição de vassalo obediente ao nazifascismo vitorioso, Pétain ordenou a matança dos resistentes franceses.
Terminada a guerra (8/ 5/ 1945) o general De Gaulle, que comandou a resistência, foi eleito presidente, livrou o seu ex-comandante da morte desonrosa pela forca, e o deportou para a ilha de Yeu, no Mar da Mancha, onde o velho marechal, destituído da farda e de todas as suas honras, amargou o final tristonho dos
seus últimos dias.
Desçamos alguns degraus dos exemplos históricos, para chafurdar, ( exatamente, chafurdar, como fazem os porcos) na lama que torna mal cheirosas duas cadeiras da Suprema Corte brasileira. Será preciso tapar o nariz. Ao mesmo tempo segurar o choro para assistir o desfazimento da figura de um homem corajoso, que teria assegurado um lugar no Panteão dos heróis brasileiros.
Alexandre de Morais foi o líder das ações legais no Supremo, para, exemplarmente, punir os que tripudiaram sobre a Constituição, e não a rasgaram, porque seus colegas de farda, nos postos mais altos de comando, se recusaram a fazer do Brasil a “republiqueta” carente de leis, e subjugada ao desvario de uma família de ambiciosos, inconsequentes, e egocêntricos.
No decorrer do processo que se tornou polêmico, e acirrou a polarização, houve exageros, o personalismo atropelou o rito, mas, consolidou-se o necessário entendimento de que um país civilizado não pode sofrer solavancos que o retirem da convivência democrática, para mergulhar nos atropelos de um regime ditatorial.
Entra aqui, também, a questão da dosimetria da pena, que fora aplicada de uma forma a merecer contestações, e espalhou a ideia de excessivos rigores, e ausência de distinção para casos diferentes. O Supremo passou a ser alvo de pesadas críticas.
Diante de tudo isso ,acreditava-se que o fervor constitucionalista de Xandão tivesse o indispensável suporte na sua inteireza ética, na sua total reverencia ao conceito essencial da moralidade pública.
Tudo desabou agora, mas, a esperança desfeita que acontece, não deve significar desencanto, ou muito menos fúria contra o Supremo.
Qual o caminho que iríamos trilhar num país que aposentasse a lei e ressuscitasse a violência da força?
Mas, há aposentadorias que são possíveis, e devem ocorrer sob pressão da sociedade unida pela sensatez , coerência, e responsabilidade cívica, sem exibição nas ruas de bandeiras estrangeiras, nem pedidos de SOS a potentados ambicionando nos transformar em protetorado.
O Brasil, este gigante que manteve a integridade territorial sem guerras com os seus vizinhos, nem contra eles alimentar odiosidades; e se transformou naquele melting pot, ( expressão de encantado sociólogo inglês) usada por Monteiro Lobato para definir a nossa mistura de raças, deve ser, necessariamente, exemplo para o mundo de uma Nação pacífica e coesa .
Neste momento denso e preocupante que vive a República, teremos de esquecer nossos “ jeitinhos “, excluir “ abafamentos”, “acordões “, deixando como está para ver como é que fica.
Se, historicamente realizamos “ milagres, “ somos desafiados a “ revelar ”outros, agora, urgentemente.
Alexandre de Morais e Dias Tofoli não cabem mais no Supremo.
O que acontecerá se, diante de um deles, um réu, levantar-se e dizer: O senhor não tem autoridade para me julgar. O senhor a perdeu quando envolveu-se com um bandido malfeitor, do jaez de Vorcaro, e foi “ acomodado “ com alguma parte do dinheiro, por ele roubado de milhões de pobres brasileiros. Ou o mesmo diante daquele que lavou dinheiro em resorts.
Pelo bem do país, e se é que ainda têm alguma capacidade para enxergar o tamanho do rombo por onde vai despencar o STF, e o caos que se prenuncia na Justiça brasileira ; pela onda enorme no oceano de desconfiança pública onde se vai afogando a Instituição, ou, apenas, por uma questão mais simplória, talvez, de VERGONHA NA CARA, Alexandre de Morais e Dias Toffoli deveriam desvestir a toga ( aqui se faz desnecessário um adjetivo) agora, amanhã, sem mais delongas. Apenas, fariam o ultimo ato das suas carreiras: o pedido de aposentadoria.
Gilmar Mendes, o decano, este, já se aposenta breve, por força da idade. Por sua vez, com vagas que forem criadas, o Presidente Lula, se quiser salvar-se da mesma onda, deveria ocupa-las, não mais com amigos, não mais por indicações ou interesse político.
Procurasse, desta vez mulheres, com auxílio de respeitáveis conselheiros, usando lupas capazes de enxergar a inteireza moral, o indispensável saber jurídico, e as nomeasse.
E mais ainda, para aliviar a carga de ódio que na sua totalidade recai sobre o Supremo, no Natal deste ano, sendo ou não sendo reeleito, fizesse um gesto de Estadista: a anistia para os condenados pelo 8 de janeiro.
É preciso que a este país volte à paz que perdemos, desde que Jair Bolsonaro o comandou, montado à frente de estranhas motociatas.
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UM DISCURSO NA AL E A LEMBRANÇA DE AÇÕES

O deputado Chico do Correio, e sua ideia relembrada pelo agrônomo José Dias.
O deputado Chico do Correio é do PT, e aliado do centrista Serginho, um líder de peso, que domina completamente a cena política em Nossa Senhora da Glória.
O tema central do discurso de Chico do Correio, foi a questão hídrica no sertão, para onde ele diz, estão faltando projetos eficientes, destinados à acumulação de água. E mostrou rios e riachos correndo, e perdendo-se completamente as águas das fortes chuvas do começo deste março.
A proposito do tema, recebemos do agrônomo Jose Dias, um técnico que pensa Sergipe, e principalmente o semiárido a mensagem que transcrevemos:
Meu caro Luís. Como já lhe confessei que sou assumido como um sertanejo frustrado. Qdo perdi o convívio com a biodiversidade do sertão, fiquei e permaneço no silêncio da frustração. Gostaria imensamente de colaborar com essa biodiversidade. Mas vamos voltar a “ sonhada “ barragem no Capivara/ Cachorro, vamos assim denominá-la . Ela tinha como maior objetivo e efetivo real , não só acumular as águas, principalmente as de verão, mesmo sendo não tratadas, mas iriam atender as demandas da região na dessedentacão animal e reduzir custos com transportar água do São Francisco pra região. Mesmo sendo água bruta , e possivelmente com algum percentual de sais , mas com certeza ia permitir que ao longo do lago, nas suas margens, surgissem pequenas irrigações, evidentemente que o uso da energia fotovoltaica seria a gde aliada . Lamentavelmente nossa ideias e propostas ( vc teve uma gde participação ), morreram no nascedouro ( natimorta ). Só foi pra refrescar a memória. Abraços.
O CONVITE QUE INCOMODOU E O PEDIDO PARA UMA CONVERSA

Na conversa entre Mitidieri e Belivado, cordialidade e nada mais.
Logo que circulou a notícia do convite que Valmir de Francisquinho fizera a Priscila Felizola para ser vice na sua chapa, o governador Mitidieri apressou-se a convidar Belivaldo, pai de Priscila, para uma apressada, e talvez atemporal conversa.
Resumo de tudo: a conversa foi cordial, mas Belivaldo disse que a convidada fora Priscila, que é maior, casada, advogada, e exclusivamente a ela caberia a decisão.
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“TERRORISTAS “ NO BRASIL E OS NARIZES DOS AMERICANOS

A base secreta, que os bolsonaristas descubriram na Bahia, deve ser o berimbau.
Nos morros do Rio de Janeiro, nas favelas de São Paulo que são enormes, nas periferias de todas as grandes cidades brasileiras, agem os traficantes de drogas ao lado de milicianos. Todos são bandidos, alguns, extremamente perigosos. Naqueles locais onde existem famílias numerosas de gente honesta e trabalhadora, há constantes refregas entre facções inimigas, e tiroteios nutridos com a polícia. No ano passado mesmo depois daquela chacina, anunciada pelo repugnante governador Claudio Castro, como o começo do fim dos traficantes ocupando morros, apenas em 11 dias neles, não aconteceram tiroteios.
Existe, sim, a necessidade urgente de uma nova estratégia de combate a este tipo de criminalidade, que cresce, porque é o mais rendoso. Os chefes reais dessas facções não moram nos morros, estão espalhados, vivendo em áreas de alto luxo. Ali, pode existir todo tipo de bandido, mas, não há um só terrorista.
O que caracteriza a ação de um terrorista? Ele é invariavelmente um fanático, carrega convicções, e tem objetivos delineados.
Que podem ser políticos, religiosos, ou, de várias outras sinistras deformações da consciência.
Se Trump quiser ajudar o Brasil no combate ao tráfico, poderia instruir sua inteligência financeira para detectar valores dessas facções depositadas nos Estados Unidos; fechar o caminho das armas de procedência americana, que armam a bandidagem brasileira.
Mas agora, por aqui, começa a organizada rede de deformação da quinta-coluna bolsonarista a espalhar fakes, a “descobrir” bases chinesas e russas espalhadas pelo Brasil, uma delas, em Salvador. Pode ser uma fábrica de berimbau. O que deseja o bolsonarismo atrelado à candidatura do filho herdeiro do capitão? Convencer Trump a realizar operações militares no Brasil contra “ terroristas”; desrespeitando as leis internacionais, que nada mais valem.
Na verdade, narcotraficantes é o que menos interessa ao americano senhor da guerra. Seu objetivo é fazer o cerco estratégico contra a China, apossando-se das reservas de petróleo que os chineses precisam para mover a sua gigantesca economia.
Trump quer fazer pelo mundo a sua guerra contra narcotraficantes por ele inventados, quando o grande aliado dos traficantes de droga que não podem ser confundidos com terroristas, são os milhões de narizes de americanos que não param de cheirar cocaína, e usar todo tipo de droga que apareça, a sintética, principalmente, produzida por eles mesmos. Os americanos, usam o produto letal e o exportam para todo o mundo.
Assim, Trump não precisaria ir mais longe, em busca de “ terroristas.” Ele pode, facilmente, encontra-los até numa sala da Casa Branca.
Ao seu lado.
São os “ terroristas” domésticos, made in USA.
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O BATISTÃO E A HOMENAGEM AO GOVERNADOR LOURIVAL

O Batistão e o seu criador homenageado.
No Batistão, o governador Mitidieri resolveu fazer uma singela homenagem ao criador do Estádio, onde, segundo a musica de Hugo Costa e Luiz Gonzaga, “enquanto o craque joga bola as crianças dão lição”.
Lourival foi pioneiro em tantas coisas, e tantas conquistas alcançou para Sergipe.
A homenagem estendeu-se também a Pelé, que, na inauguração do Estádio em 1969, nele jogou na Seleção Brasileira contra a Seleção Sergipana.
De agora em diante estarão na entrada do Batistão, dois bronzes, de dois homens que, em vida, “ bateram um magnífico bolão.
Aqui: transcrevemos o discurso da filha mais nova de Lourival a advogada Angelina Batista Prudente, onde há carinho e história:
Excelentíssimo Senhor Governador do Estado de Sergipe, Fábio
Mitidieri,
Excelentíssima Senhora Secretária de Estado do Esporte e Lazer, Mariana
Dantas,
Demais autoridades aqui presentes,
Senhoras e senhores, parentes e amigos,
Inicio agradecendo, de forma muito especial, ao Governo do Estado de
Sergipe, na pessoa do Governador Fábio Mitidieri, e à Secretaria de
Estado do Esporte e Lazer, representada pela Secretária Mariana Dantas,
por esta homenagem que tanto nos honra, prestada ao meu saudoso pai,
Lourival Baptista.
Agradeço também a todos que participam desta solenidade, que é um
momento de memória, reconhecimento e gratidão.
Em nome de toda a nossa família — irmãos, filhos e netos — deixo aqui o
nosso mais sincero muito obrigado, de coração.
O Estádio Estadual Lourival Baptista, o nosso querido Batistão, é mais
que uma obra de engenharia. Ele é símbolo de um tempo, de uma visão de
futuro e de um compromisso com o desenvolvimento do esporte sergipano.
Sua inauguração, em 9 de julho de 1969, marcou uma nova etapa para
Sergipe, colocando o nosso Estado no cenário nacional do esporte e
consolidando um espaço que, ao longo das décadas, se tornou palco de
grandes momentos da nossa história.
A concepção e construção desse importante equipamento contou com
profissionais que deixaram sua marca: o projeto arquitetônico foi
elaborado por Aurelino Teles de Souza, e a engenharia teve a
responsabilidade do Dr. Paulo Barreto de Menezes, contribuindo para
que o Batistão se tornasse o maior equipamento esportivo do nosso Estado.
Desde sua origem, o estádio teve também função social, servindo à
comunidade e reforçando o papel do esporte como instrumento de
integração, educação e cidadania.
Hoje, ao inaugurarmos esculturas que eternizam os nomes de Lourival
Baptista e de Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, celebramos
dois legados que se encontram na história deste estádio: o do homem que
idealizou e foi responsável pela construção deste espaço, e o do maior
jogador de futebol de todos os tempos, que marcou presença na partida
inaugural e ajudou a eternizar Sergipe na história do futebol.
Esta homenagem não pertence apenas à nossa família. Ela pertence a
Sergipe. Pertence ao povo que viveu e vive as emoções deste estádio.
Que estas esculturas sejam, para as futuras gerações, símbolos de
memória, de orgulho e de tudo o que o esporte é capaz de construir.
E que o nome de Lourival Baptista permaneça vivo aqui — não apenas
na pedra e no bronze, mas na memória e no coração do povo sergipano.
Muito obrigada de todo coração
